terça-feira, janeiro 08, 2008

PERFIL DE WASHINGTON BENAVIDES


A poesiarte apresenta: Washington Benavides. Poeta e músico uruguaio nascido em Tacuarembó em 03 de março de 1930.Colaborou com a revista Asir na década de 1950. Foi professor de literatura de Educação Secundária. Mais tarde na Faculdade de Humanidades e Ciências de Educação pelo Departamento de Letras Modernas e Contemporâne. Depois na UdelaR. Também trabalhou em rádio.
Seu primeiro livro foi publicado em 1955 é chamado “Tata Vizcacha”. Ele é uma sátira de alguns personagens de sua cidade natal.
Outras obras de sua autorias:
  • Tata Vizcacha (1955)
  • El Poeta (1959)
  • A un hermano (1962)
  • Poesía (1963)
  • Las Milongas -la obra más difundida- (1966)
  • Poemas de la ciega (1968)
  • Los Sueños de la Razón (1968)
  • Historias (1971)
  • Hokusai (1975)
  • Fontefrida (1979)
  • Murciélagos (1981)
  • Finisterre (1985)
  • Fotos (1986)
  • Tía Cloniche (1990)
  • Lección de exorcista (1991)
  • El molino del agua -Premio Nacional y Municipal- (1993)
  • La luna negra y el profesor (1994)
  • Los restos del mamut (1995)
  • Canciones de Doña Veus (1998)
  • El mirlo y la misa (2000)
  • Los pies clavados (2000)
  • Biografía de Caín: (2001)
  • Un viejo trovador (2004)
  • Diarios del Iporá (2006)
- Vejamos alguns poemas de sua autoria em espanhol e português:


Los pies clavados

Aqui y en guardia a tu probable signo,
aquí me encontrarás, si acaso quieres.
Has de mirarte en simulacro indigno
de la fatal belleza co
n que hieres.
Tu nombre,al que Fray Luis en glosa santa
fray-mentara,e
s un ave de ala trunca,
es un silbo de oro en la garganta
que empieza siemp
re y que no acaba nunca.
Ojos de barro para t
i deseara;
no la mitra ni el halo q
ue decae
no entenderte,beberte en fuente clara-.

Pero nombro la cuerda del ahorcado:
que mé
dula de nieve te retrae
"si estás par
a esperar los pies clavados"?

Os pé cravados

Aqui de guarda a teu provável signo,
aqui me encontrarás, se acaso queres.
Irás olhar-te em
simulacro indigno
desta fatal beleza com que feres.
Teu nome , que Frei Luiz em glosa santa
frag-mentara,
é uma ave de asa trunca,
um assovio de ouro na garganta
que se alça se
mpre e não acaba nunca.
Olhos de barro para ti pensara;
sem a mitra nem o halo que decai
não entender,
beber-te em fonte clara.
Mas eu
nomeio a corda do enforcado:
que medula de n
eve te retrai,
"se estás para esperar de pés cravados"?

Sabiduría

No es un elefante asiático
que se te viene encima
haciendo retemblar la tierra
de los sueños.
El tiempo c
alza zapatillas de tenis
y es una enérgica muchacha
a la que no podrás disputarle
un solo game.


 
sabedoria

não é um elefante asiático
que te vem em cima
fazendo
retumbar a terra
de teus sonhos
o tempo calç
a sapatilhas de tênis
e é uma enérgica senhorita
com qu
em não podes disputar
nem mesmo um game

Un tango

Un tango que venía más solo que la muerte
tanteó mi
corazón con mano ciega
el silbo se
me fue de entre los labios
y la deshabitada boca entró en la tierra.

Um tango

Um tango vinha mais sozinho do que a morte.
Tateou meu cor
ação com mão de cego,
desfez-me de meus lábios o assovio
e já desabitada a boca entrou na terra.

2 comentários:

Yve Lysy disse...

Washington Benavides ...

O que eu posso dizer de você ... senão que eu tiro o chapéu e o reverencio por tão espetacular trajetória de vida no mundo da poesia e da Literatura.

Eu o cumprimento de braços abertos.

Parabéns!

Bjs... Yve Lysy

nolivia disse...

Rodrigo linda poesia,alias todos aqui estao de parabens,como disse na pagina do meu amigo,o mundo da poesia é maravilhoso,almas lindas,unem pessoas de coraçoes romanticos,coraçoes q se embalam a cd poema lido....abs poeticos