sexta-feira, dezembro 24, 2010

MENSAGENS DE NATAL E DE FIM DE ANO RECEBIDAS!

 *Mensagem do Deputado Estadual Alair Corrêa.

*Mensagem da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba Grande/RJ.

*Mensagem da Academia de Artes de Cabo Frio/RJ.


*Mensagem da Casa do Poeta de Praia Grande/SP.


*Mensagem da Academia Boituvense de Letras e Artes/SP.

JOAQUIM MONCKS: O MESTRE DOS PAMPAS DO SUL!

*Arte de Ceó Pontual de Recife/PE.


A PALAVRA E O NATAL

Joaquim Moncks

Tenho, por opção estética, que texto e imagem são peças autônomas. É quase sempre inoportuno para o poema o aporte gráfico imagético. Se, acaso congeminadas, a imagem prevalece aos olhos, ofuscando a Palavra – que não tem o brilho das figuras – diferentemente do que ocorre com a Música, que cria o clima utilizando os ouvidos e não os olhos. Normalmente nos sensibilizamos mais facilmente com o som e a impressão visual resta ofuscada. Daí que a Poesia perde em muito a sua sedução. Somos todos, no caso, audição... Ao demais, é natural que o poético passe a ser secundário na composição musical. Desta sorte, há que se ter cuidado com ambos: o figurativo e o aporte musical. O poema vai perder o seu peculiar mistério de som e vocábulo. Se bem que pode virar fada ou borboleta e vir a ser o condão dos dias... Veja-se o tempo de Natal: até a poeira das estradas canta jingle bells...






*Joaquim Moncks - poeta gaúcho, ativista cultural, acadêmico de várias entidades no Brasil e grande estudioso da arte poética.

– Do livro O NOVELO DOS DIAS, 2010.
http://recantodasletras.uol.com.br/natal/2675184

MENSAGEM DE NATAL E DE FIM DE ANO!

*Arte de Ceó Pontual de Recife/PE.

PARA TODOS QUE ME ACOMPANHARAM...AOS VERDADEIROS AMIGOS...
MEU SINCERO FELIZ NATAL!
MUITA LUZ NOS CORAÇÕES DE VOCÊS!
ABRAÇOS POÉTICOS E QUE EM 2011 POSSAMOS CAMINHARMOS JUNTOS NOVAMENTE!
SALVE A POESIA!
BEIJÃO NO CORAÇÃO DE TODOS!
SUCESSO SEMPRE E SORRIAM PARA VIDA!






ACADÊMICO RODRIGO OCTAVIO.


quinta-feira, dezembro 23, 2010

POESIARTE EM FOCO DE SELMO VASCONCELLOS


*Imagem do Google.


ELE, O CRIADOR



É Natal
Nasceu Zé Jus(tamente)
Num casebre pobre.



Cresceu Zé Jus(tiça)
Seja feita,
Pregou seu gesto nobre.



Foi Fatal...
Morreu Zé Jus(to)
Na hora que não queria.


Também, filho de Maria.

( Selmo Vasconcellos )





*Imagem do Google.


Meninos de rua

De quem é a culpa? Da própria sociedade?
Não nos cabe descobrir os culpados, porque são muitos. Também não nos levaria a nada. Seria perda de tempo. Que o problema é de fundo social, quanto a isso não há dúvidas. Medidas sérias devem ser tomadas e com urgência. Repressão? Opressão? Talvez o caminho não seja este. Dar assistência aos que estão na rua, tentando recuperá-lo através de uma atividade produtiva? Bom, seria uma tentativa louvável, até.
Mas, mais que isto, não seria de igual importância, impedir que outros venham a cair na rua? Falta diálogo, diriam uns; lazer, formação religiosa, diriam outros; enfim falta muita coisa. Resolver a questão de que forma? A solução não estaria no empenho de todos? Na atual conjuntura, em pleno final de século XX, o progresso acelera e a ‘juventude’ regride. Jovens a partir dos 16 anos são conscientes para votar, segundo a Constituição, mas inconseqüentes diante de seus atos. Por outro lado, como auxiliar o menor abandonado, se os maiores ( pai, professor, policial ) estão abandonados, pois são assalariados?

Em 6 de outubro de 1991.




( Selmo Vasconcellos )





*Foto de Jiddu Saldanha.


Na
floresta,

flor
resta.


(Selmo Vasconcellos-20/07/10)






*Selmo Vasconcellos
-Natural do Rio de Janeiro/RJ.
-Representa a cidade de Porto Velho/RO.
-Conhecido como Lítero Cultural.
-Poeta, escritor e ativista cultural.
-Pertence a várias entidades acadêmicas.
-Diversas vezes premiado pelo seu trabalho em pró a literatura.
-Link de sua Nova Academia Momento Lítero Cultural:
http://academiamomentoliterocultural.blogspot.com/

quarta-feira, dezembro 22, 2010

UMA CHARGE PARA REFLETIRMOS!

POESIARTE EM FOCO DE CAMILA DE ARAUJO




CARNAVAL

Assistia da janela do quarto a alegria lá fora, ao conseguir manter-me de pé sem desmaiar, devido ao mal estar que surgira com a febre logo naqueles dias de festa.
Este ano a menina vestira-se de colombina, e foi para as ruas, de cara limpa. Os cabelos castanhos que nem chegavam a tocar-lhes os ombros alvos, recebiam chuvas de confete e serpentina, seus dedinhos nas sandálias eram castigados pela multidão dançante, contudo, ela permanecia atenta aos pierrôs e arlequins de olhos puxados ou vestidos de santos. Eu, em casa, continuava com os lábios em brasa, sedentos, rachados, esperando apenas por um beijo seu.
Com a dor percorrendo meu corpo no ritmo de blocos e cordões, imaginei os inúmeros fantasiados embriagados pela cidade. Neste enredo, eu fui o palhaço ao invés do mestre sala, que protege os passos da porta bandeira, cuja flâmula bordada em vermelho representava o meu sentimento. Mas a máscara que cobria o rosto dela desabou antes de fevereiro e revelou um sorriso bobo, infantil, escondendo o mesmo fel que adentrara meu corpo pelo contato de nossas bocas, há algumas semanas atrás.
Animam-se em rodas de samba, ao lado de mulatas e piratas quem quer prosseguir no requebrado noite à dentro, enquanto permaneço, sem a banda que ela me tirou ao legar-me a desilusão, e o coração inflamado, ouvindo de longe as tradicionais marchinhas falando sobre amor.














*Camila de Araujo - escritora carioca e blogueira.

terça-feira, dezembro 21, 2010

VANDALISMO EM CABO FRIO!

*Descaso da Coordenadoria de Meio Ambiente!

*Vandalismo feito por turistas e nativos!

*Falta uma educação ambiental em Cabo Frio!


*Todas as fotos foram tiradas por Rodrigo Octavio Pereira de Andrade (Rodrigo Poeta) no dia 21/12/10 na área da APA Pau Brasil perto da Praia do Forte e perto da Ilha do Japonês na cidade de Cabo Frio-RJ.

*Câmera usada:
-Sony Cyber-shot digital 5.1 mega pixels.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

JOAQUIM MONCKS: O MESTRE DOS PAMPAS DO SUL!




O ALTER EGO E A BOLHA DE SABÃO


Não há uma “fase do alter ego”, e, sim a descoberta e o reconhecimento deste elemento psicológico que convive dentro do autor do poema. É o companheiro de todos os dias, principalmente nas situações antagônicas, aflitivas, quando o mundo parece que rui à volta... Só existe quando ele aflora na gente, porque é ele – O OUTRO EU –, aquele que instiga e concebe o poema com Poesia. Sim, porque há versos com ou sem Poesia e não há meio termo... Quando fala o EGO, a linguagem é derramada, aberta, direta, mesmo que contenha alguma doçura e até, num primeiro momento, se a possa confundir com o sentido conotativo das palavras, que é o que produz a linguagem poética. Se, no entanto, a voz é a do ALTER EGO, ela vem travestida, fruto do mistério de DIZER NÃO DIZENDO TUDO... Esta sequencialidade – que se segue à usual terapia ocupacional individual de fazer o poema por fazer ou para ocupar o tempo – é a da descoberta que o que até aqui se construiu foi somente para o agrado do EGO, portanto, nada de Poesia, somente relato sobre os fatos e tensões que o autor vive ou viveu. A Poesia nasce depois de que tudo isso ocorre, porque ela, em si, não tem teto nem chão... Pulula dentro da gente como uma bolha de sabão e explode no poema. Ou melhor, se esvai nele...



















*Joaquim Moncks - poeta gaúcho, ativista cultural, acadêmico de várias entidades no Brasil e grande estudioso da arte poética.
– Do livro O NOVELO DOS DIAS, 2010.
http://recantodasletras.uol.com.br/tutoriais/2667974

domingo, dezembro 12, 2010

POESIARTE EM FOCO DE CAMILA FARIA

*Alto do Morro da Guia/Cidade: Cabo Frio-RJ.
Foto de Camila Faria.


POR AÍ...


Um dia me sentindo sozinha resolvi voar.
Voei por cima de montanhas e cascatas...
Lugares lindos, ainda não descobertos...de cascatas a desertos,
De flores e savanas, até vulcões consegui avistar.
Mas continuava sem ninguém encontrar...
Peguei um barco e saí a velejar...
Vi ilhas, que retratavam rara beleza
E os golfinhos, pulando com imensa sutileza,
Mas só os peixes e as tartarugas persistiam em me acompanhar...
Mesmo assim o meu objetivo continuava sem encontrar.
Então sem mesmo pensar, pulei do veleiro para o mar.
Passei ao lado de baleias e tubarões, onde quem abitava era apenas a escuridão,
Mas o mar não era só tristeza também tem sua magia e beleza.
Mesmo lá, não tinha nada a me esperar.
A minha última alternativa era caminhar.
Caminhei por várias culturas e povos hospitaleiros,
Mas o que eu queria ainda não conseguia encontrar.
Então numa praia deserta, sentei e comecei a observar o horizonte e lentamente o sol ia se pondo.
Meus sentidos foram desaparecendo,
Mas então, uma mão se estendeu na minha frente, me oferecendo abrigo em seu colo, Carinho em seus braços, compreensão em suas palavras, amor em seu peito...
Foi assim que eu encontrei o meu tesouro...















*Camila Faria - 02/01/2001.

DA SÉRIE FRASES ILUSTRADAS DO CEÓ

domingo, dezembro 05, 2010

CARTA ABERTA A CULTURA DA MADRASTA TERRA



Venho por meio desta carta, expressar toda minha insatisfação a maneira como é gerida a cultura e cessão dos espaços  para a prática das práticas culturais aqui em Cabo Frio/RJ. Não espero muita coisa com essa exposição, além de liberar toda uma raiva contida e talvez tenha a pretensão de fomentar uma reação mais objetiva ao que está rolando na cidade.
Para contextualizar, eu sou Fábio Emecê, Mc do grupo de Rap Cabo-friense Bandeira Negra, além de escritor, poeta e professor de Língua Portuguesa. No dia 04 de dezembro fomos escalados para tocar no corredor cultural do Charitas, junto Taz Mureb e Amerê, Psilosamples(MG)  e Marcos Geres e Cleber Dantas(SP).
Chegamos no evento as 19 horas, horário marcado, e recebemos a notícia de que não se iria rolar as atividades, pois a polícia tinha embargado. Muito estranho. 20 horas o evento começa com os artistas fora da cidade se apresentando. Detalhe: Som baixo.
Chega um representante do evento e nos diz a seguinte versão: O atual Coordenador/Secretário de Eventos da cidade, por não ter autorizado a atividade no Charitas, usa de sua pretensa autoridade e contato com a polícia militar e proibi a realização com a condição de liberar caso liguem para ele e peçam caridosamente. O atual Secretário de Cultura realiza esse esforço herculeo e a atividade é autorizada. Com uma condição: Som baixo para não incomodar os “vizinhos”.
Pois bem, para começar uma questão, se houve esse problema, por que anunciar no site oficial da Prefeitura, e a independência da casa de cultura da cidade? Onde fica?
Continuando: os sons rolando e uma cobertura de filmagem. Quando o Bandeira Negra vai tocar, a filmagem e desmontada, a Taz Mureb se retira do evento e no meio da nossa apresentação, somos interrompidos, pois o horário foi extrapolado.
Segunda questão: Fins de semana o som pode ficar alto até as 2 da manhã. Terceira questão: é a quarta vez que isso acontece na cidade, pelos arredores do centro com relação a uma apresentação de Rap/ ligado a cultura Hip Hop. Fora esse cerceamento de horário, já que frequentando outros eventos e essa restrição não rola de fato.
Fica aqui todo o repúdio a maneira como está sendo conduzida a cidade: a cidade anti-cultura, anti-educação e anti-trabalho. Se não houver uma reação objetiva com relação aos desmandos da cidade, ficaremos sem ter um lugar digno para convivência.
Como artista local e independente, me recuso categoricamente a baixar a cabeça para os coronéis do novo século cabo-friense, para tentar fazer algo descente e de qualidade. Até porque se for baixar a cabeça, a qualidade não será um dos quesitos que será apreciado.
Prestem atenção amigos e amigas, ser cabo-friense e ser pensante e morando em Cabo Frio não é uma boa opção hoje em dia. É para continuar assim? Não haverá reação?
Jamais me calarei diante as arbitrariedades que acontecem na cidade e se quiserem cercear os espaços de atuação, continuem. Essa boca, esse coração e essa alma jamais irão calar.
É isso!

















*Fábio Emecê – Mc do grupo de rap Bandeira Negra, Coletivo H2A, Escritor, Poeta, Professor de Língua Portuguesa e indignado com o cenário local.


MUSA POESIARTE

*Para sua musa Giselly.


Você está me fazendo bem


A cada minuto penso cada vez mais na sua beleza,
A cada dia está mais bela linda e encantadora.
Todo dia penso em te ver, escutar a sua voz.
Todo dia penso em te olhar e ver seus olhos me olhando.
Em todos os minutos que sinto a sua presença 
Eu me torno mais completo e mais feliz com ela.
Não posso dizer o que está acontecendo comigo, 
Mas a sua beleza e a sua alma estão me fazendo ser uma nova pessoa.
Estão me dando um novo rumo, um novo caráter.
Antes eu me sentia um nada,
Hoje me sinto alguém.
Toda vez que eu te olho eu me inspiro.
A minha mente reflete.
Porém eu nunca te falei isso,
Mas a sua imagem dentro do meu pensamento
E da minha alma estão me fazendo bem.
Eu poderia tentar controlar meu pensamento?
Parar de pensar em você, mais se eu fizer isso 
Serei muito injusto comigo 
E estarei me tornando louco.
A sua presença e sua imagem estão me fazendo muito bem.
Quando estou triste venho aqui só para ver a sua imagem, 
Quando a vejo fico feliz, 
Alegre e me sinto uma nova pessoa.
Você está me fazendo bem.


(Alex Feitosa)

*Segue o poema em vídeo: 



*O poema de Alex Feitosa tem a locução do poeta Roldão Aires de São Paulo/SP.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

ENTREVISTA COM CÁSSIO AMARAL



*Nome: Cássio Amaral (Conhecido por Cão).
*Natural de Araxá/MG.
*Representa a cidade: Barra Velha/SC.
*Atividades: Professor de História, escritor e poeta.
*Blog: http://cassioamaral.blogspot.com


-Vejamos uma entrevista feita por Rodrigo Poeta com Cássio Amaral:




1-Como você começou a gostar de poesia?

*Cássio: Dos doze aos treze anos, eu queria fazer letra de música. Era a fase áurea do Rock Nacional. Sou filho da geração coca-cola. Ouvíamos muito o disco do Titãs, antes de entrarmos na sala de aula. Eu, meu primo que é advogado e poeta também, Adriano Amaral, Cassius Clay que é advogado também e o irmão dele Kelson, que é empresário. Eu, hoje sou professor de História e Filosofia. 

2-Quem incentivou você?

*Cássio: Meus padrinhos são o Rock Nacional dos anos oitenta.
Um amigo do Maranhão que conheci em Valparaíso, na época que morei em Goiás e em Brasília, este amigo chama-se Fernando Braga dos Santos. Fernando Braga. Um escritor e poeta de mão cheia. Meu tio materno, que era ator, Antônio Cunha. Meu tio deixou todos os livros que li na adolescência. De Machado de Assis a Graciliano Ramos, etc.

3-Que tipo de poesia você mais gosta e prefere fazer?

*Cássio: A poesia livre, a liberdade da minha linguagem como disse Paulo Leminski em Limites ao Céu. Respeito toda poesia, desde que bem construída e bem feita. Estou muito ligado à Música. E adoro haicais. Adoro o Japão. Minha religião é japonesa.

4-Qual o seu estilo de fazer poesia, ou seja, qual o modo em que você faz a poesia?

*Cássio: Vem como uma mediunidade, não tenho modo, apenas capto o inominável.
Sabe, hoje tenho usado mais o léxico, trabalho melhor meus poemas e faço questão de ter referências, citações. 

5-O que representa ser poeta para você?

*Cássio: É, esta pergunta é muito pertinente e legal. É que sempre discutimos, entre eu, Ricardo Wagner e Rafael Nolli, que são excelentes poetas.
Sabe, a palavra poeta está banalizada. Todo mundo é poeta agora, é só rimar coração e limão e já se considera.
Cara, poeta é andar na contramão, é entrar no sol, é uma trepada dentro de um trem, é guerrilha, sobretudo atitude. Penso que o cara já nasce poeta, não se aprende a ser poeta. É uma sina, uma loucura, uma disritimia. Poeta é aquele que anda no limite, e tem armas... É como um Rimbaud, é um traficante de armas e ao mesmo tempo um Samurai que sabe cortar o verso certo, no momento exato da escrita.

6-O que representa a poesia para você?

*Cássio: A poesia é a vida. Sem ela, talvez eu estaria num manicômio, louco e preso num hospício. 

7-Quais os grandes ícones da poesia brasileira e mundial, que agrada mais você?

*Cássio: Paulo Leminski, Torquato Neto, Waly Salomão.
Os franceses do século XIX, que século:
Baudelaire, Mallarmé, Rimbaud, Victor Hugo, No século XX Paul Valéry, Cecília Meireles, Hilda Hilst, Clarice Lispector, Alice Ruiz, Sylvia Plath, Ana Cristina Cesar, Vinícius de Moraes, Pablo Neruda, Os mineiros Murilo Mendes, Carlos Drummond de Andrade( não gostava dele,mas agora gosto) OSWALD DE ANDRADE, Os poetas da música: Cazuza, CARTOLA, Raul Seixas, Renato Russo, Eddie Vedder( Pearl Jam) , Jim Morrison (The Doors)
Cruz e Souza, Augusto dos Anjos, Manoel de Barros, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Ferreira Gullar.
HAICAÍSTAS: MATSUO BASHÔ, YATARO KOBAYASHI, HELENA KOLODY, MILLÔR FERNANDES, JACK KEROUAC.
Meus brother: RICARDO WAGNER, L. RAFAEL NOLLI , FLAVIO OTÁVIO FERREIRA.
Os amigos pela net: Célia Musilli, Kity Amaral, Ana Peluso.

Os que conhecemos no Rio que são demais: Tavinho Paes, Rodrigo de Souza Leão.Fernando Braga, Jayro Alves Ribeiro, João Rios Montandon, Luciano Gazel.
Outros: Linaldo Guedes, Leila Lopes, Loba, Fabrício Brandão, Claudio Daniel, Carpinejar, e muito outros. Esqueci muitos ainda. (Me desculpe quem eu esqueci) 

8-Você já participou de recitais de poesia? Se participou cite alguns de grande importância?

*Cássio: Já em minha cidade e com meus amigos L.Rafael Nolli e Flavio Otávio.

9-Qual a sua visão sobre a cultura principalmente no campo da literatura?

*Cássio: Minha visão é boa, tem muita gente produzindo. So não concordo em dividir recursos da Lei Rouanet com os Evangélicos. E mais, acho que tem muitos artistas, poetas e escritores bons, o que falta é apoio e patrocínio. Falta educação e cultura para o Brasil. Lembro-me de um verso do Camisa de Vênus, onde Marcelo Nova diz:
"Falta de Cultura pra cuspir na escultura"


10-Você já publicou algum livro? Se já, cite o nome dele e o ano em que foi publicado?
Já. São eles: Lua Insana e Sol Demente (2001); Estrelas Cadentes (2003);Sem Nome (coletânea de 2005);Participei das coletâneas de autores blogueiros Corpo e Alma em Verso e Prosa (2006) e Trilhas (2008), ambas organizadas por Euza Noronha. Sonnen (2008) e Enten Katsudatsu (2010).


*Vejamos a capa do Sonnen : 

*Vejamos o link  em que pode-se ler o livro Enten Katsudatsu:

Tenho algumas letras de músicas musicadas, tais como: DRACAMALEÃO, BICHO DE RUA, GRATIDÃO À MEISHU-SAMA E CALÇA DO DESEJO.


11-Você já fez algum projeto ou participou de algum em referência a poesia?

*Cássio: Participei do PERHAPPINESS 2004 em Curitiba, fui no peito e na raça sem grana. Fomos no Rio, eu Rafael Nolli, Ricardo Wagner e Tancredo Borges, entrevistamos Tavinho Paes e Rodrigo de Souza Leão.
As entrevistas estão no blog:

12-Qual a poesia sua em que você mais possue afeição?

*Cássio: Agora você me pegou, tem tantas. Talvez horas, Zaúns Taradóides.
Brother, você pode conferir no meu blog:


Um abração pra ti e muita luz e saúde.